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Encontro avalia os dois primeiros anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos

No dia 21 de novembro, foi realizado na Câmara dos Deputados, em Brasília, um café da manhã para analisar os dois anos da Política Nacional de Resíduos Sólidos. Promovida pela Frente Parlamentar Ambientalista, a iniciativa contou com a parceria da Fundação SOS Mata Atlântica e do Cempre.

No encontro, André Vilhena, diretor executivo do Cempre, apresentou os resultados da pesquisa nacional Ciclosoft, feita pela associação, mostrando que apenas 766 municípios brasileiros – cerca de 14% do total - operam programas de coleta seletiva. A concentração dos programas municipais de coleta seletiva permanece nas regiões Sudeste e Sul que contam com 86% das cidades que oferecem esse serviço.

Resultante de mais de duas décadas de discussão, a Política Nacional de Resíduos Sólidos reúne princípios, objetivos, instrumentos e diretrizes de gestão. Seus pontos de maior destaque são: o fechamento dos lixões até 2014, a distinção entre resíduo e rejeito, a destinação dos rejeitos para os aterros sanitários e a exigência de que os municípios elaborem seus planos de gestão.

O governo federal já cogita adiar o prazo estabelecido pela PNRS para o fim dos lixões. Na opinião de Pedro Wilson Guimarães, secretário de recursos hídricos e ambiente urbano do Ministério do Meio Ambiente, é preciso “cobrar e, ao mesmo tempo, dar elementos para ajudar as cidades a construírem e implementarem os planos de resíduos sólidos”. Guimarães pediu à Frente Parlamentar Ambientalista

 
Mais uma solução para os resíduos orgânicos

Cerca de 50% do lixo brasileiro é composto por resíduos orgânicos. São restos de alimentos (como carnes, vegetais, frutos e cascas de ovos), madeira, ossos e sementes que poderiam – e deveriam! – ser reaproveitados. Em 2010, apenas aproximadamente 4% do lixo sólido orgânico urbano gerado no Brasil foi reciclado.

Como essa realidade se repete, em diferentes escalas, em todos os países, algumas soluções prometem elevar os índices de recuperação. Este é o caso da Eco-Wiz, empresa de Cingapura que desde 2010 vem desenvolvendo tecnologias para o reaproveitamento de resíduos orgânicos “in loco” – ou seja, equipamentos que podem ser instalados em restaurantes, lanchonetes, condomínios, supermercados e hotéis, entre outros, para transformar restos de alimentos em compostos orgânicos e água reutilizável (para usos como rega de jardins ou limpeza).

 
Fundo Estadual de Recursos Hídricos terá R$ 3,3 milhões

Fonte: Sema - PR
06/07/2011

O Conselho Estadual de Recursos Hídricos aprovou a resolução que estabelece a destinação dos recursos de compensações financeiras do Fundo Estadual de Recursos Hídricos no biênio 2011-2012. Nesse período, serão repassados R$ 3,3 milhões oriundos de compensação financeira das novas hidrelétricas construídas no Estado – principal fonte de recursos do fundo. A 18a reunião ordinária do Conselho foi presidida na terça-feira (05) pelo secretário do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Iurk.

Serão destinados até 5% dos recursos disponíveis no fundo para despesas de custeio do Sistema Estadual de Gerenciamento de Recursos Hídricos e até 10% para adequação do Sistema Estadual de Informações sobre Recursos Hídricos e aquisição de equipamentos de informática.

 
Separe o Lixo e Acerte na Lata

Facilitar o trabalho dos catadores de materiais recicláveis e, consequentemente aumentar o nível de reciclagem no Brasil. Esse é o principal objetivo da primeira fase da campanha lançada pelo Ministério do Meio Ambiente: Separe o Lixo e Acerte na Lata.

A separação, em casa, dos dois tipos de lixo - úmido e seco -, permite ao catador, principal aliado no processo de reciclagem, um acesso mais rápido e higiênico aos resíduos descartados. Mesmo que em sua cidade ainda não exista o serviço de coleta seletiva, este tipo inicial de separação faz parte do processo de educação ambiental e da mobilização da sociedade para solucionar o grave problema do lixo. E ainda permite ao Brasil economizar, por ano, cerca de R$ 8 bilhões, dinheiro perdido por não reciclar tudo que deve.

 
Aspea participa da 1ª Audiência Pública sobre a Copa de 2014 em Brasília
No dia 29 de março o Conselho Regional de Engenharia e Arquitetura e Agronomia do Distrito Federal teve a honra de organizar esta 1ª Audiência Pública sobre a Copa de 2014. O evento contou com participações de grande prestígio: Ministro do esporte, Orlando Silva; Presidente do Crea-DF, Francisco Machado; Gerente Executivo de Políticas Públicas do Instituto Ethos, Caio Magri; Presidente da Novacap, Maurício Canovas; Embaixador do Reino Unido, Alan Charlton; entre outros representantes.

Após abertura solene foi apresentado o painel 1 sobre Jogos Limpos – Dentro e fora do campo, com foco na Responsabilidade Social. No segundo painel se discutiu sobre infraestrutura aeroportuária e mobilidade urbana. No Painel 3 foi apresentado projeto arquitetônico do Estádio Nacional de Brasília e projeto de reforma e revitalização do Centro Olímpico da Universidade Brasília. No quarto e último painel representantes da Embaixada Africana apresentaram o programa de voluntariado desenvolvido para a Copa da África do Sul, Arnold Lyle deixa clara sua preocupação para com o legado da Copa: “A Copa do Mundo dura 30 dias. Em um piscar de olhos já acabou”. Cita ainda programas de desenvolvimento comunitário apoiados pela FIFA e sugere a aplicação de programa Reciclagem de Resíduos para educar a sociedade através da Copa.
Foram discutidas ainda, questões como a violência nos estádios e o turismo sexual, exposto pelo embaixador britânico e diretor do Centro de Excelência em Turismo Neio Campos. A Associação dos Profissionais de Engenharia Ambiental do DF foi representada no evento, pela vice-diretora presidente, Engª Aline Leão.
Fonte: Aspea
 
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