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Notícias

 

24/08/2013 - Quase dois terços das cidades do PR ainda precisam regularizar o lixo

 

 Relatório do IAP aponta que 62 cidades ainda possuem lixões a céu aberto. Falta de recursos e a política impedem a regularização dos espaços.

 

São João do Caiuá, na região noroeste do Paraná, ainda possui lixão a céu aberto. Cheiro é sentindo a distância (Foto: Wilson Del Passo/RPC TV)São João do Caiuá, na região noroeste do Paraná, ainda possui lixão a céu aberto. Cheiro é sentindo a distância (Foto: Wilson Del Passo/RPC TV)

 

22/08/2013 - Descarte de eletrônicos segue sem regras para logística reversa do setor

 

Para onde destinar as 900 mil toneladas de lixo eletrônico produzidas por ano no Brasil? O país tem só até dezembro para implementar o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, mas até agora não houve acordo com o setor. De pilhas a geladeiras, todos os aparelhos terão suas regras.

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Itautec, em Jundiaí (SP), recicla lixo eletrônico, como tubos de televisão (compostos por materiais tóxicos)
Foto: msilvaonline

Para onde destinar as 900 mil toneladas de lixo eletrônico produzidas por ano no Brasil? O país tem só até dezembro para implementar o Plano Nacional de Resíduos Sólidos, mas até agora não houve acordo com o setor. De pilhas a geladeiras, todos os aparelhos terão suas regras de logística reversa definidas a partir das quatro propostas enviadas pelo setor ao Ministério do Meio Ambiente, no início de junho.

 
Nova lei favorece evolução do cooperativismo
A organização das Nações Unidas ( ONU) elegeu o cooperativismo como foco em 2012, declarandoeste como o “Ano Internacional das Cooperativas”. 
A interação era destacar a contribuição dessas organizações para o desenvolvimento socioeconômico dos países, sobretudo no que diz respeito ao combate à pobreza, geração de emprego e integração social. Entre os objetivos traçados pela ONU, está “encorajar os governos a adotar um quadro legal e políticas públicas que favoreçam a criação e as atividades das cooperativas”. Pois a Lei 12.690, sancionada em 20 de julho pelo governo federal, está totalmente alinhada com essa meta. Entre outras disposições, ela traz novidades significativas sobre a organização e o funcionamento das cooperativas e institui o Programa Nacional de Fomento às Cooperativas de Trabalho que deverá fortalecer ainda mais essas organizações.
 
Governo e FAEP buscam aliança frente às mudanças do novo Código Florestal

O secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos, Jonel Nazareno Iurk, acompanhado do secretário da Agricultura e do Abastecimento, Norberto Ortigara, do diretor presidente do Instituto Ambiental do Paraná, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, e do presidente do Instituto de Terras, Cartografia e Geociências do Paraná (ITCG), Amílcar Cavalcante, reuniram-se com o presidente do Sistema FAEP (Federação da Agricultura do Estado do Paraná), Ágide Meneguette, para aprofundar os debates com o setor sobre temas em comum relativos ao Novo Código Florestal Brasileiro. A reunião serviu para o alinhamento de interpretação das instituições no que se refere ao CAR (Cadastro Ambiental Rural) e à regularização de áreas Consolidadas de Preservação Permanente (APP’s) e Reserva Legal.

“Esta parceria é uma oportunidade para construirmos soluções conjuntas. É fundamental conhecer as demandas de cada setor e, onde houver pontos em conflito, buscar a convergência”, disse o secretário Iurk. O presidente do Sistema FAEP, Ágide Meneguette, relatou aos visitantes o histórico da mobilização da instituição frente as mudanças que viriam a acontecer no Código Florestal. “A federação, que congrega mais de 70 mil produtores agrícolas, pode sim auxiliar o Governo na construção de uma agenda técnica de legislação, organizando reuniões e assembleias com os sindicatos agrícolas e auxiliar na orientação e divulgação dos aspectos operacionais do CAR e do Programa de Regularização Ambiental para os agricultores paranaenses”, disse Meneguette.

 
Brasil alcança índice de 98,3% de reciclagem de latas de alumínio

A Associação Brasileira do Alumínio (Abal) e a Associação Brasileira dos Fabricantes de Latas de Alta Reciclabilidade (Abralatas) divulgaram, no final de outubro, em uma coletiva de imprensa transmitida pela internet, os dados mais recentes de produção e reciclagem de latas de alumínio para bebidas do país. Com 17 fábricas e capacidade instalada de 21 bilhões de latas (19 bilhões produzidas em 2011), a indústria faturou R$ 5 bilhões no ano passado. O consumo per capita ficou em 94,5 latas anuais, o que representa um crescimento de quase 84% em oito anos – em 2003, esse índice era de 51,5 latas/ano/habitante.

Em termos de mercado, as latas de alumínio envasam 38,4% das cervejas consumidas no Brasil - abaixo do índice de países como Inglaterra, 69%, e Estados Unidos, 53%, e superior aos percentuais da Espanha, 34%, e França, 28%. No setor de refrigerantes, o Brasil fica bem abaixo desses quatro países, com 7,5% do mercado contra 56% dos Estados Unidos, 29% da Espanha, 24% da Inglaterra e 22% da França.

“Nos últimos anos, a indústria conseguiu reduzir a espessura da lata de alumínio, ganhando 51% de produtividade, o que permite diminuir custos e economizar matéria-prima. Passamos de 49 latas produzidas com um quilo de alumínio, nos anos 70, para 74 latas por quilo de alumínio, em 2011”, destaca Renault de Freitas Castro, diretor executivo da Abralatas.

 
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